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JURÍDICAS / MENSALÃO
Quarta, 08 de janeiro de 2014, 17h00

Vara criminal autoriza Pedro Henry a trabalhar no Santa Rosa

Novos advogados apresentaram documentos solicitados pelo MP


DA REDAÇÃO

Divulgação

Pedro Henry começa a trabalhar nesta quinta-feira (09).

O juiz Geraldo Fidelis da Segunda Vara Criminal, da comarca de Cuiabá, deu cumprimento à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em que mantém em regime semi-aberto o ex-deputado federal Pedro Henry (PP). Com isso, ele fica autorizado a trabalhar durante o dia no Hospital Santa Rosa.

Durante a audiência admonitória, na tarde desta quarta-feira (08), os novos advogados de Henry, Raphael Arantes e Décio Arantes, apresentaram todos os pedidos feitos pelo Ministério Público de Mato Grosso para que fosse concedido a permissão para Henry trabalhar (CLIQUE AQUI). 

Para o promotor de Justiça criminal Joelson de Campos Maciel, a declaração de proposta de emprego não estava devidamente acompanhada com documentos que comprovam a idoneidade de seu teor, entre elas o ato de constituição do Hospital Santa Rosa, a comprovação da profissão de médico de Henry, além da a Guia de Execução Penal com todos os seus elementos normativos estabelecidos nos artigos 105 e 106 da Lei de Execuções Penais.

Após a afirmativa de hoje, o ex-parlamentar, que é médico cirurgião, começa já na manhã desta quinta-feira (09) a atuar no Santa Rosa, com salário mensal de R$ 7,5 mil. A proposta foi feita enquanto Henry ainda não havia sido transferido para Cuiabá e cumpria pena no Complexo Penitenciário da Papuda em Brasília.

Henry deve, no entanto, voltar para a sede da Polinter no período noturno para dormir na cela.

Histórico

Deputado federal de terceiro mandato, Henry renunciou ao mandato logo após o STF decretar sua prisão para imediato cumprimento da pena, o que levou o pecuarista e empresário da comunicação, Roberto Dorner (PSD), assumir sua vaga na Câmara dos Deputados.

Considerado um parlamentar influente em Brasília, Henry também foi secretário de Estado de Saúde e responsável pela implantação das OSS (Organizações Sociais de Saúde) para administrar Hospitais Metropolitanos, mesmo enfrentando duras críticas da classe médica vinculada ao funcionalismo público.




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