Cuiabá, 18 de setembro de 2019

Isso é Notícia

MENU

"PRESSÃO MÁX-IMA"

Advogado insinua que deputado pressiona TCE em processo sobre contrato de R$ 398 milhões

Erro na Linha: #12 :: Undefined variable: charge_title
/home/issoenoticia/public_html/themes/issoenoticia/inc/sharebox.php
Marcos Lopes/ALMT

Max Russi (PSB) nega pressão ao TCE e defende legalidade de processo licitatório

ALEXANDRE APRÁ ALEXANDRE APRÁ

Jornalista, diretor do blog Isso É Notícia

O advogado Jorge Ulisses Jacoby insinuou que o deputado estadual Max Russi (PSB) está pressionando o Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Mato Grosso em uma representação externa movida por uma empresa que disputou a licitação que concedeu à iniciativa privada a gestão do Ganha Tempo em Mato Grosso, mas que alega ter sido desclassificada de forma ilegal.

Max Russi é primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e era secretário de Trabalho e Assistência Social (Setas) na gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), quando o contrato no valor de R$ 398 milhões foi assinado.

O socialista aparece como um dos interessados no processo. Em julho, um relatório da CGE apontou que o contrato vai acabar custano o dobro desse valor.

Jorge Jacoby defende os interesses da empresa que está questionando a licitação. A empresa de Belo Horizonte alega que foi desclassificada por conta da exigência ilegal de certidões fiscais específicas.

O relator da representação, conselheiro interino Isaías Lopes da Cunha, já votou pela manutenção da atual concessionária.

"Pressão MÁX-ima"

Em sustentação oral durante a sessão desta terça-feira (3), Jacoby disse, por duas vezes, da tribuna, que a equipe técnica do TCE estaria sofrendo "pressão MÁX-ima", insinuando que o parlamentar estaria agindo, nos bastidores, em prol da empresa que hoje comanda os serviços do Ganha Tempo.

Ele todavia, não citou nominalmente o deputado.

O processo, todavia, ainda não foi julgado porque o conselheiro interino João Batista Camargo pediu vistas. Os demais conselheiros preferiram aguardar o voto vista de Camargo para se posicionarem.

O caso deve ser recolocado em pauta na próxima semana.

Outro lado

Procurado pelo Isso É Notícia, o deputado Max Russi (PSB) defendeu o processo licitatório conduzida pela a antiga Setas e negou qualquer tipo de pressão no julgamento do TCE.

Segundo Maxi, a empresa segunda colocado que busca anular a concessão, ganhou, de fato, na "parte técnica" da licitação, mas, foi vencida porque não ofereceu o menor preço.

O deputado garante que pelo preço da empresa o contrato ficaria R$ 56 milhões mais caro durante os 15 anos de concessão.

Leia matérias relacionadas:

Comente pelo Facebook!

Comente pelo site!

Olá, deixe seu comentário para

Enviando Comentário Fechar :/