Cuiabá, 17 de agosto de 2019

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HISTÓRIA E PRESENTE

Einstein e a luta contra o racismo

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John W. Mosley, Biblioteca da Universidade da Filadélfia

Albert Einstein fala sobre racismo e relatividade para alunos da Lincoln University, em 1946

DA REDAÇÃO DA REDAÇÃO

www.issoenoticia.com.br

Essa foto icônica é fruto de uma história interessante e pouco conhecida.

Fugido da Alemanha nazista, Einstein se mudou para os Estados Unidos.

Ao chegar no país, ficou impressionado com a forma como os negros eram tratados nos Estados do Sul, já que o físico havia saído da Alemanha por questões racistas.

Ao final dos anos 40, Albert Einstein resolveu não falar mais em universidades nem lecionar aulas, por acreditar que essas atividades teriam a ver mais com a alimentação do ego do que compartilhamento de conhecimento.

Porém, no inicio de 1946 o físico abriu uma exceção após ser convidado para palestrar para uma turma de jovens na Lincoln University, primeira universidade a conceder diplomas de graduação para negros, Einstein aceitou o convite desde que pudesse falar sobre racismo e sua experiência com o antissemitismo Europeu.

Em um certo momento da aula, o físico declarou:

"Racismo é uma doença de pessoas brancas e eu não pretendo ficar calado sobre isso".

Após a palestra, Albert Einstein trocou correspondências com ativistas pelos direitos civis dos negros e se colocou, publicamente, a favor do fim das leis de segregação racial nos Estados Unidos.

https://woodmereartmuseum.org/experience/exhibitions/john-mosley-photographs/albert-einstein-and-students-at-lincoln-university

https://news.harvard.edu/gazette/story/2007/04/albert-einstein-civil-rights-activist/

http://digital.library.temple.edu/cdm/ref/collection/p15037coll17/id/88

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