Cuiabá, 21 de agosto de 2019

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FIM DA LEI KANDIR

Enfim, uma medida concreta do governo Bolsonaro que vai projetar MT para o futuro

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Marcos Vergueiro/Secom MT

ALEXANDRE APRÁ ALEXANDRE APRÁ

Jornalista, diretor do blog Isso É Notícia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou no Senado Federal que a Lei Kandir "morreu", mostrando que o governo deve propor a extinção da desoneração fiscal que anualmente faz Mato Grosso deixar de arrecadar mais de R$ 2,5 bilhões em impostos de produtos agrícolas que sai das lavouras do Estado.

A Lei Kandir é o principal instrumento do enriquecimento dos barões do agronegócio mato-grossense. É através dela que esses barões não pagam um centavo de imposto para exportar as commodities.

Ao ser aclamada como salvação da economia brasileira, por contas dos altos números que põem na balança comercial, a turma do agronegócio achou que "reinaria" para sempre, mesmo deixando um rastro de poluição grave ao meio ambiente, desemprego e corrupção.

De uns tempos pra cá, a sociedade tem discutido os efeitos da desindustrialização de Mato Grosso causada diretamente pela Lei Kandir.

Isso sem contar nos calotes do governo federal que não consegue, do seu cofre, repor as perdas ocasionadas pela exploração mercantilista do agronegócio.

A Lei que desonera os grãos do ICMS é responsável diretamente pela falta de indústrias e de empregos no Estado.

E, agora, Paulo Guedes começa a compreender que Mato Grosso precisa recuperar sua  arrecadação.

Esperamos que aqui em Mato Grosso, o governo estadual não se curve às pressões do agro que, por razões óbvias, não querem perder a mamata para voltarem a pagar impostos como todo brasileiro paga e, assim, promover as cadeias produtivas de seus produtos dentro do País.

Isso É Notícia produziu um infográfico que mostra os reflexos para os cofres de Mato Grosso a partir da mamata fiscal instituída pelo ex-governador Blairo Maggi (PP) para o seu próprio setor e para outros.

Este é o verdadeiro caminho para a geração de riqueza no campo com Justiça e, de quebra, nos livrarmos dessa turma predadora do agronegócio que, por onde passa, deixa um rastro de desemprego e destruição do meio ambiente.

Sem contar nos efeitos negativos que terá para a corja do setor que infesta a política local e nacional graças ao seu poderio econômico que compra mandatos por todo o Brasil.

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