Cuiabá, 19 de setembro de 2019

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COMISSÃO DE ÉTICA

Felipe Wellaton é absolvido pela Câmara de Vereadores

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DA ASSESSORIA DA ASSESSORIA

Na sessão desta terça-feira (4) a Câmara Municipal de Cuiabá rejeitou a representação contra o vereador Felipe Wellaton (PV), referente às acusações feitas pelo seu ex-funcionário Jadson Nazário de Freitas, de que parlamentar teria se apropriado ilicitamente da verba indenizatória do chefe de gabinete e cobrado parte do pagamento dos servidores lotados em seu gabinete.
 
Lido em plenário pelo vereador Adevair Cabral (PDT), que presidia a sessão, o relatório da Comissão de Ética concluiu pelo arquivamento da representação que, para o relator Marcrean Santos (PRTB), é inepta pois “decorre de ilações, sem quaisquer outros elementos probatórios ou sequer indiciários de que o vereador tenha efetivamente abusado das prerrogativas parlamentares ou percebido, em benefício próprio ou de terceiros, vantagens indevidas.”
 
O relator ainda apontou “absoluta ausência de justa causa capaz de validar uma investigação” e “absoluta inconsistência probatória”. Segundo ele, os depoimentos juntados demonstraram “que nunca houve ou ocorreram os fatos noticiados nas matérias jornalísticas, desconhecendo qualquer conduta desabonadora do Representado, o que só vem a demonstrar a fragilidade e total ausência de condições/provas para o recebimento da representação”.
 
Ele também afirma que “restou comprovado o recebimento indevido de verba indenizatória por parte do ex-servidor Sr. Jadson Nazário” que, mesmo intimado a comparecer em comissão sindicante duas vezes, “se manteve omisso, o que demonstra, em tese, a sua culpabilidade e o desrespeito com esta Casa de Leis, restando indubitavelmente demonstrado a fragilidade das alegações e ‘provas’ trazidas pelo Representante, colocando em ‘xeque’ a condição de vítima do Sr. Jadson e as suas alegações”.
 
Felipe Wellaton reiterou que nunca deixou de prestar esclarecimentos: “Diferente de Emanuel Pinheiro, que nunca explicou sequer o dinheiro no paletó, me coloquei à disposição da Justiça desde o início, mesmo sabendo que eram mentiras e calúnias para calar a minha oposição.” Já o Presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, Vinicyus Hugueney (PP), reforçou que “esse tipo de processo só deve ocorrer quando se há uma mínima demonstração, por meio de provas idôneas, o que não houve em qualquer momento até aqui”.

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