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Coronel Juliano Canavarros, que trabalha como médico da Polícia Militar
O coronel Juliano Canavarros, do ambulatório da Polícia Militar, negou todas as acusações de que teria xingado e agredido o advogado Anderson Figueiredo, após o jogo entre Colômbia e Japão, na Arena Pantanal, na última terça-feira (24). (CLIQUE AQUI PARA LER)
Canavarros também anunciou que vai representar criminalmente o advogado e mover uma ação de reparação de danos morais.
Em entrevista ao Isso É Notícia, o médico contou que estava na fila no quiosque de souvenires da Fifa, dentro do estádio. E, ao ver dois colombianos furando fila, um clima de animosidade foi iniciado.
A partir disso, segundo o médico, o advogado surgiu para defender os dois colombianos, alegando que os brasileiros deveriam respeitar os turistas.
“Existia duas filhas. Lá tinha brasileiros, japoneses, colombianos. E esses dois colombianos queriam furar fila. Os próprios colombianos começaram a gritar ‘fura-fila’ no idioma deles. Depois que a PM foi chamada, esses dois colombianos voltaram para o fim da fila. E esse advogado teve que ser retirado de lá porque estava completamente fora de si”, comentou o médico.
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Advogado diz que o médico foi "protegido" pela guarnição da PM que atendeu a ocorrência
Ele também negou que tenha havido privilégio no tratamento da Polícia por ser oficial da corporação. Ele afirmou ainda que recomendou aos PMs que solicitassem cópias das câmeras de monitoramento para comprovar que não houve nenhum tipo de truculência ou de agressão. Entretanto, não havia câmeras no local.
Canavarros contou ainda que, de madrugada, recebeu mensagens pelo celular da esposa do advogado em tom de ameaça. “Isso foi uma história criada por um advogado que se descontrolou e agora quer aparecer no jornal. Mas, não vai ser em cima do meu nome. Vou acionar judicialmente este senhor por propagar uma história que não existiu”, finalizou Canavarros.









