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COTIDIANO 27 de Março de 2014, 14:40 - A | A

Quinta-feira, 27 de Março de 2014, 14h:40 - A | A

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Durante entrevista, auditor-geral de MT explica função da AGE

Durante entrevista, auditor-geral de MT explica função da AGE

 

Douglas Trielli / Isso É Notícia

O auditor-geral de Mato Grosso, José Alves Pereira, durante entrevista ao Isso É Notícia

A função da auditoria-geral do Estado (AGE), as suas implicações e a situação do comando interno de Mato Grosso, foram alguns dos temas debatidos durante o programa Isso É Justiça e Cidadania, veiculado na webradio Isso É Notícia. Comandado pelo advogado Paulo Lemos, o entrevistado da semana foi o auditor-geral de Mato Grosso, José Alves Pereira, de 44 anos.

 

Concursado e há quatro anos no cargo, Pereira falou, durante uma hora e meia, sobre a auditoria-geral e todas as suas ramificações. “A função da auditoria é realizar o controle interno da gestão pública. É um autocontrole da administração. Devemos mostrar para à administração publica como administrar corretamente os recursos.”, revelou o auditor, afirmando ainda que o órgão é o oposto do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que possui a função de fazer o controle externo.


Recentemente, a controladoria, a ouvidoria e a corregedoria integraram-se e formaram uma auditoria. Com as novas funções integradas, o órgão recebe as denúncias e, caso haja procedência, a informação é apurada pela ouvidoria e logo em seguida encaminhada para a corregedoria.

 

Para Alves, a recente união foi bastante útil. Durante a entrevista, ele ainda explicou o procedimento do órgão. “Uma vez apurada irregularidade, a primeira medida é recomendar ao gestor a correção do ato, podendo ser necessário abrir processo administrativo. Exigimos as correções das falhas. Cabe ao controle interno comunicar ao externo eventuais responsabilidades. Irregularidade não consertada pelo gestor é encaminhada ao TCE”, relatou.


Quando há indícios de crime, os procedimentos são diferentes. “Esclarecemos até onde é do nosso alcance e a partir daí repassamos para os devidos órgãos para elucidar a situação. Se há indícios de fraudes ou desvios, encaminhamos o caso para Delegacia Fazendária, quando é necessário, e ao Ministério Público quando há improbidade administrativa. Temos feito isso sempre que apuramos, conforme determinação do governador”, contou.


Para mais informações sobre o tema, acompanhe a entrevista na íntegra:

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