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COTIDIANO 14 de Janeiro de 2014, 07:30 - A | A

Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014, 07h:30 - A | A

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Em assembleia, professores optam por adiar decisão sobre greve

Em assembleia, professores optam por adiar decisão sobre greve

 

Divulgação

Estamos apostando que o governo do Estado irá cumprir com sua palavra”, afirmou Henrique Lopes

Os professores da rede estadual de ensino abandonaram a possibilidade de greve na Educação pública durante o encontro no Colégio Presidente Médici, nesta segunda-feira (13). Após 67 dias de paralisação em 2013 os profissionais voltaram às salas de aula no último dia 7 para dar continuidade à reposição de aulas.

No entanto, havia a possibilidade das aulas serem suspensas, porque o contrato dos professores interinos se encerrou em 23 de dezembro do ano passado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Profissionais no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) , Henrique Lopes, o Estado irá renovar os acordos dos professores só a partir do dia 3 de fevereiro, o que significa que os interinos trabalhariam 22 dias sem receber.

O presidente do Sindicato disse que os professores compareceram em peso na Assembleia e que, por agora, nenhuma greve irá acontecer.

“Nós tivemos a representação de mais de 85 municípios e, do ponto de vista da assembleia, não haverá nenhuma greve imediata. Estamos apostando que o governo do Estado irá cumprir com sua palavra”, afirmou em entrevista ao Isso É Notícia.

Com base nas informações do sindicalista, há uma paralisação marcada para o dia 23 de janeiro, para cobrar do governo o contrato dos professores interinos. Caso a situação não seja acertada, no dia 31 os profissionais devem realizar um ato público na Secretaria de Educação do Estado (Seduc) para, aí sim, reunirem-se em assembleia e deliberarem por uma nova greve.

O governo

A justificativa do Estado em não remunerar os professores interinos que aderiram a greve pela reposição das aulas é a de que eles estiveram paralisados por mais de dois meses e receberam seus salários normalmente.

A Secretaria de Estado de Educação também informou que os pagamentos a estes profissionais em janeiro não pode ser garantido, uma vez que os contratos temporários, de 10 meses, já foram pagos.

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