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O aeroporto de Cuiabá recebeu a pior avaliação. |
O Aeroporto Internacional Marechal Rondon ocupou o último lugar na lista dos 15 aeroportos mais bem avaliados por passageiros. Os dados foram revelados nesta segunda-feira (28) pela Secretaria da Aviação Civil (SAC-PR).
De acordo com a Sac, a pesquisa de indicadores de desempenho foi realizada entre os meses de janeiro e março e ouviu 18.062 pessoas. Ao todo foram avaliados 41 itens, que vão desde o meio de transporte usado para chegar aos terminais até o atendimento recebido na imigração ou aduana.
Do lado oposto, o aeroporto de Natal foi o mais bem avaliado. Em uma escala de 1 a 5, a média da nota dos aeroportos foi de 3,81.
"Com os dados coletados dos usuários, nós passamos a exigir de cada aeroporto que apresente um plano de gestão para melhorar o desempenho exatamente naquilo que o cliente está reclamando", explica o ministro-chefe da SAC, Moreira Franco. "Nossa missão é atualizar a parâmetros do século 21 o funcionamento da aviação civil brasileira", completou.
Quanto aos quesitos avaliados, a melhor nota foi em relação a cordialidade dos funcionários no check-in. A nota média foi 4,29. O item pior avaliado foi o valor da alimentação: nota 2,16. Congonhas recebeu a pior nota em se tratando do preço da comida: 1,22. Nos aeroportos onde há lanchonete popular, a satisfação do passageiro tem melhorado. Em Curitiba, em um ano, a avaliação deste quesito aumentou 32%.
Dois itens que o ministro Moreira Franco cobrou muito desde que assumiu a pasta melhoraram de um ano para cá: conforto térmico (ar condicionado) e a limpeza dos aeroportos. Em ambos os quesitos, a nota ficou em torno de 4.
A pesquisa traz ainda outras informações, como o tipo de transporte usado para chegar ao aeroporto. Cerca de 70% por cento dos passageiros usam taxi. Outros 13% chegam de ônibus e os demais vão ao aeroporto em outros meios como metrô, trens, etc. A curiosidade fica por conta de Brasília, onde 9 em cada 10 passageiros usam o taxi como meio de transporte. Quanto ao motivo da viagem, 61% estavam a lazer, 32% a negócios e 4% por outros motivos.









