A 18ª edição da Parada da Diversidade Sexual de Mato Grosso, será realizada neste sábado (4), às 16h, na praça Ipiranga, em Cuiabá, e terá como tema “família LGBTQIA+ orgulho de (re)existir". A programação terá um percurso até a praça das Bandeiras, que fica na avenida Historiador Rubens de Mendonça.
A iniciativa conta com a parceria da Prefeitura de Cuiabá e para participar do evento a pessoa deve apresentar o cartão de vacinação, com o esquema de vacinação completo, de acordo com o novo decreto, publicado nessa quinta-feira (2).
A comprovação de vacinação contra Covid-19 para entrada em locais de uso coletivo, passou a ser obrigatória devido a variante Ômicron, considerada como preocupante pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
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Na praça das Bandeiras, foi montado um palco com inúmeras apresentações artísticas. A expectativa de público é de 7 mil pessoas.
A proposta é levar conhecimento para toda a sociedade, amparada na compaixão e no respeito mútuo.
“Nós, do Conselho apoiamos as medidas preventivas estabelecidas pelo prefeito desde o início da pandemia. Queremos contribuir para que o maior número de pessoas estejam vacinadas”, afirmou Valdomiro.
Conselho rejeitado
Por onze votos a cinco, os deputados estaduais de Mato Grosso rejeitaram na quarta-feira (1º), o projeto de lei 862/2021, que cria o Conselho Estadual dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Os cinco votos a favor da criação da comissão foram dos deputados Alan Kardec (PDT), Janaina Riva (MDB), Lúdio Cabral (PT), Valdir Barranco (PT) e Carlos Avallone (PSDB).
O projeto teria como objetivo ajudar a construir políticas públicas para a comunidade LGBTQIA+, a fim de assegurar a igualdade de direitos, e campanhas destinadas a combater a discriminação e o preconceito.
Também seria responsável para revisar ações, prazos e metas para o Plano Estadual de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBTQIA+.
O Conselho seria vinculado à Secretaria de Assistencia Social e Cidadania (Setasc) e constituído por 14 membros titulares, sendo metade do governo estadual e a outa metade da sociedade civil, para mandato de dois anos - com possibilidade de reeleição.
Fonte: G1










