Edson Rodrigues |
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Há uma comoção geral pairando sobre as autoridades públicas a despeito das obras da Copa: os empreendimentos não avançam porque chove demais.
À beira do Campeonato Mundial de futebol, o canteiro de obras que se tornou Cuiabá permanece derrapando na lama, no mesmo ritmo dos meses anteriores, quase estagnado.
É cômodo culpar as chuvas de verão que acontecem, em Mato Grosso, com frequência anual: este é um fato que não varia. Mas não muda, também, a postura das autoridades, governantes, prefeitos e políticos que se acomodaram esse tempo todo e, agora, por não avançarem em seus projetos, colocarem a culpa nas chuvas.
Na falta, consciente de logística, é fácil chorar pela chuva derramada.










