A Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) de Cuiabá continua atuando como espécie de polícia política para atender interesses do casal Mauro e Virgínia Mendes, ex-governador e ex-primeira-dama de Mato Grosso, respectivamente.
O inquérito que indiciou militares pela entrega de uma carta à ex-primeira-dama - cuja denúncia foi rejeitada pelo Ministério Público Estadual por absoluta falta de provas - indica que a unidade continua atuando para perseguir desafetos e inimigos políticos do casal Mendes.
Aliás, cabe questionar: o que uma delegacia que deveria servir para investigar crimes virtuais estava fazendo ao apurar supostos crimes que de virtual ou cibernético não tinham absolutamente nada?!
Esta não é a primeira vez que a DRCI é acusada de atuar politicamente para beneficiar Mauro e Virginia Mendes.
Em 2022, a Federação Nacional dos Jornalistas e o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) denunciaram que o órgão era utilizado para abrir inquéritos sigiosos contra desafetos do então governador e sua esposa sem os elementos necessários para isso.
E, pelo jeito, nada mudou.
Só uma intervenção federal na Polícia Civil de Mato Grosso vai estancar os maus feitos dos maus policiais que se prestam a esse tipo de serviço.










