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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2026, 12h:56 - A | A

NAS REDES

Ex-delegada reage à nota da coluna e detona Isso É Notícia

Ana Cristina Feldner avaliou que nota quis expô-la por débito de IPTU e não citou sua denúncia pública contra Janaina Riva

DA REDAÇÃO

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Delegada Ana Cristina Feldner

Delegada Ana Cristina Feldner

A ex-delegada Ana Cristina Feldner classificou como um desserviço o tipo de jornalismo praticado pelo Isso É Notícia ao responder uma nota publicada na coluna, neste fim de semana, noticiando que ela havia pedido pedido benefício de Justiça Gratuita em uma ação de execução fiscal que respondeu por débito de IPTU.

Para ela, a coluna quis expô-la como devedora de imposto e não citou o vídeo que ela publicou onde criticou a candidata ao Senado, Janaina Riva (MDB), o que, na avaliação dela, é "o que está em discussão".

Feldner equivocou-se na interpretação da publicação que teve o objetivo de mostrar que a postulante a suplente alegou ser hipossuficiente para pagar custas processuais sobre um processo cujo valor de causa era R$ 15 mil.

Como se sabe - e não é segredo para ninguém -, suplentes de senadores são tidos como financiadores ou no mínimo captadores de recursos para a campanha eleitoral. A coluna não apoia nem defende esse tipo de conduta, mas ela é, de fato, sistêmica.

A coluna publica aqui a resposta, na íntegra, da delegada, veiculada em comentário na página do Instagram do Isso É Notícia.

Confira:

Que desserviço esse tipo de jornalismo presta à sociedade.
Publicaram uma matéria com evidente intenção de atingir a minha reputação por conta de uma execução fiscal de IPTU. O que não informaram é que o imóvel estava alugado, que o débito foi quitado assim que tomei conhecimento e que, nesse processo, houve uma única petição: justamente a que informou o pagamento integral do débito, com o respectivo comprovante. Na sequência, o processo foi arquivado.
E há um detalhe importante: eu sequer fui procurada pelo veículo para apresentar a minha versão dos fatos.
Curiosamente, a matéria também não enfrenta aquilo que realmente está em discussão: o conteúdo da minha manifestação pública sobre os fatos envolvendo a candidata Janaína Riva. Em vez de enfrentar os fatos, recorrem à velha estratégia de tentar desabonar a pessoa, sua moral e sua reputação.
É lamentável ver a imprensa ser utilizada dessa maneira. Jornalismo sério informa, contextualiza, ouve os envolvidos e apresenta os fatos. Não escolhe um lado para construir uma narrativa.
Encaminharei o conteúdo ao meu jurídico para que avalie as providências cabíveis.
E faço uma pergunta, de forma absolutamente transparente, que espero que seja respondida:
Quem é o jornalista responsável por essa matéria? Quem é o responsável por essa página e quem são seus proprietários?
Ouvi dizer que por trás desse veículo estaria um jornalista que conheci em 2010. Prefiro não acreditar. Quando o conheci, conheci um profissional que eu considerava sério. Seria muito triste constatar que ele escolheu um caminho tão distante daquele que eu conheci.
Aguardo, portanto, os esclarecimentos.
Porque quem faz jornalismo com seriedade não precisa se esconder. E quem publica uma matéria sobre alguém tem, no mínimo, o dever de dizer quem escreveu, quem é responsável e quais interesses estão por trás da publicação.
Transparência vale para todos.

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