A proposta do presidente da Câmara Federal Arthur Lira (PP/AL), de estabelecer uma cota única para o ICMS dos combustíveis com base na média dos últimos dois anos – e não 15 dias, como hoje – começa a ser rechaçada por todos os lados.
A proposta joga uma bomba no colo dos governadores, que deverão ter que pagar com redução de receita uma conta que não é só deles.
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Afinal, o preço dos combustíveis está nas alturas sobretudo por três fatores alheios à vontade dos gestores estaduais: elevação do preço do petróleo, desvalorização do real e política de preços da Petrobras.
Se a medida de Lira for aprovada, estados serão muito penalizados, inclusive Mato Grosso, cujo atual governador anunciou, recentemente, uma redução no ICMS feita com base em estudos de sua equipe econômica.
Fonte: REDAÇÃO MÍDIA NEWS










