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CURTO E GROSSO CRIADA HÁ DOIS ANOS

CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal titubeia

A CPI apresenta um formato diferente das demais com 5 sub-relatorias, o que em tese já dificulta a formatação de um documento único

02/05/2021 08h41
Por: Redação 3 Fonte: GAZETA DIGITAL
CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal titubeia

Criada há dois anos, a CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal é uma incógnita. Vale lembrar que foi oficializada em 12 de março de 2019, um ano longe da pandemia.

Desde o início, a CPI apresenta um formato diferente das demais com 5 sub-relatorias, o que em tese já dificulta a formatação de um documento único. Mas o que o complica ainda mais é que cada sub-relatoria ficou um deputado, o que deixa a conclusão, só pra começar, mais demorada. 

Se só com um relator, já não é fácil, imagina tantos. Detalhe: o argumento para criar as sub-relatorias foi de otimizar os trabalhos, uma justificativa complicada por estar há mais de 2 anos em tramitação sob a presidência do deputado Wilson Santos (PSDB).

Veja que são os deputados responsável por cada setor

O setor da mineração ficou sob a responsabilidade do deputado Ondanir Bortolini (PSD).  

O setor do agronegócio está com o deputado Valmir Moretto (Republicanos).

O setor de combustíveis ficou com o deputado Carlos Avallone (PSDB).

O setor de frigorífico está com o deputado João Batista (Pros), no lugar da deputada Janaina Riva (MDB).

O setor de incentivos fiscais com o deputado Wilson Santos (PSDB).

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