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POLÍTICA PALANQUE DE LULA

PT já admite que Maria Lúcia deve ser escolhida para disputar o governo

Segundo o petista, o pedido de candidatura própria ao governo partiu do ex-presidente Lula (PT), pré-candidato à Presidência da República pela Federação

23/06/2022 às 09h37 Atualizada em 23/06/2022 às 14h11
Por: Redação 3 Fonte: GAZETA DIGITAL
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PT já admite que Maria Lúcia deve ser escolhida para disputar o governo

O presidente estadual PT, deputado Valdir Barranco, confirmou que a candidatura ao governo do Estado pela Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB e PV) deverá ser da ex-reitora da UFMT, professora Maria Lúcia (PCdoB).  Em entrevista nesta quarta-feira (22), Barranco afirmou que o prazo para o envio da chapa para a Federação nacional é até o dia 5 de julho.

Porém, ele acredita que na sexta-feira (24) será anunciada toda a chapa.   "Está bem adiantado já para que o nome [ao governo] seja da professora Maria Lúcia. Inclusive, o professor Domingos Sávio (PT), em um ato de muita responsabilidade e compromisso, já declarou que se o nome dela for o escolhido, ele estará recuando para apoiá-la", revelou Barranco.  

Segundo o petista, o pedido de candidatura própria ao governo partiu do ex-presidente Lula (PT), pré-candidato à Presidência da República pela Federação.  

"Ele [Lula] tem dito que em um Estado em que o governador não passa de 40% [de intenção de voto], sendo candidato único e com muito dinheiro, ele não admite que não tenha candidato", disse.  

Já o nome ao Senado, Barranco acredita que deverá ser definido na sexta, entre a primeira-dama Márcia Pinheiro (PV) e Enelinda Scala (PT).  

Porém, a Federação não descarta ampliar o arco de aliança em torno do palanque de Lula no Estado e agregar outras legendas, como o PSB, que tem como pré-candidata ao Senado, Natasha Slhessarenko (PSB).

Professora Maria Lúcia Cavalli Neder foi reitora da UFMT (2008-2012) durante os governos Lula e Dilma Rousseff (PT). Na UFMT implementou a política de cotas e reserva de vagas, bem como a expansão da Universidade que cuminou na criação da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).  

Principal nome do PCdoB no Estado, ela disputou as eleições de 2018 como candidata ao Senado. Em 2020 foi suplente na eleição suplementar ao Senado na chapa de Valdir Barranco.

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