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O presidente do diretório estadual do PP, o deputado estadual Ezequiel Fonseca |
Após a condenação do ex-deputado federal Pedro Henry ao cumprimento de 7 anos e 2 meses de prisão por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal), o PP (Partido Progressista) começa sua fase de reestruturação.
Presidente do diretório estadual do PP, o deputado estadual Ezequiel Fonseca acredita que o partido construiu uma base sólida politicamente o que permitirá a legenda atingir êxito nas eleições de outubro.
Candidato a deputado federal, Ezequiel Fonseca (PP) aposta no legado de Henry para garantir uma vaga na Câmara Federal nas eleições de outubro. Com base eleitoral na região Oeste de Mato Grosso, o parlamentar acredita que conseguirá agregar a confiança de lideranças em torno do seu projeto político.
Nos bastidores, é comentado que Ezequiel Fonseca tem atraído boa parte de vereadores e prefeitos de municípios do interior, consciente de que a saída de Henry no cenário político só favorece sua empreitada política de ser candidato a deputado federal. A região Oeste, composta por 22 municípios, perdeu representatividade política na Câmara dos Deputados e seu foco é exatamente conquistar o espólio político de Henry.
“Durante estes meses que permaneci à frente do PP, estou firme e empenhado para atrair filiados e lideranças comunitárias em torno do fortalecimento partidário. Acredito que o partido sairá ainda mais forte nas eleições”, afirma.
Atualmente, a região Oeste concentra 213 mil eleitores, o que representa em torno de 10% do eleitorado mato-grossense e possibilitaria ao pré-candidato a deputado federal ser eleito apenas com votos de sua base eleitoral.
Na disputa pela Assembleia Legislativa, o PP aposta em conquistar até duas vagas. Os candidatos com maior potencial de votos são o ex-reitor da Unemat (Universidade Estadual de Mato Grosso), Adriano Silva, e o ex-vereador por Cuiabá e ex-secretário intermodal de logística, Francisco Vuolo.










