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POLÍTICA E PODER 28 de Outubro de 2021, 11:20 - A | A

Quinta-feira, 28 de Outubro de 2021, 11h:20 - A | A

POLÍTICA

Bezerra diz que a Justiça vai limpar imagem de Emanuel

Líder do MDB em Mato Grosso, afirmou que o afastamento judicial do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), não irá macular a imagem do gestor

O deputado federal Carlos Bezerra, líder do MDB em Mato Grosso, afirmou que o afastamento judicial do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), não irá macular a imagem do gestor. Para Bezerra, a própria Justiça deverá "limpar" a imagem de Emanuel ao autorizar seu retorno ao cargo.

"Acho que, revertendo o afastamento, corrige isso [de imagem negativa]. A própria justiça vai corrigir. Acho que ele retorna ao cargo logo e continuará fazendo a boa administração que vem fazendo até agora", comentou o parlamentar.

Emanuel foi afastado no dia 19 de outubro, quando o Núcleo de Ações de Competências Originárias (Naco Criminal), do Ministério Público Estadual, deflagrou a operação Capistrum. Ele é acusado de prevaricação, por descumprir determinações judiciais e Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que proibiam contratações temporárias na Secretaria Municipal de Saúde. Nesta quarta-feira (27), a Justiça determinou um novo afastamento do prefeito, pelo prazo de 90 dias.

O deputado federal criticou, porém, as acusações que pesam contra Emanuel, argumentando que o gestor não é o responsável pelas contratações temporárias de cada Pasta, mas apenas dos secretários, e viu como exagerada a medida tomada pela Justiça mato-grossense.

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"Achamos que a decisão do desembargador é um pouco exagerada. Essa questão dos temporários que foram contratados é competência dos secretários, não do prefeito, e acho que é pouca coisa para decretar o afastamento de um prefeito", disse. 

Bezerra também afirmou que tem conversado com Emanuel e não vê "abandono" ao prefeito por parte do partido. Ele ainda ressaltou que o advogado do gestor, Francisco Faiad, é membro do MDB. 

Nessa terça-feira (26), a defesa de Emanuel entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, alegando que as acusações do Ministério Público são frágeis e induziram um desembargador ao erro. O recurso vai ser analisado na Turma de Câmaras Criminais Reunidas do TJMT.



Fonte: CONEXÃO PODER

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