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POLÍTICA E PODER 24 de Novembro de 2021, 09:48 - A | A

Quarta-feira, 24 de Novembro de 2021, 09h:48 - A | A

POLÍTICA

Deputado é contra PL que restringe implantação de portarias virtuais em condomínios de MT

O parlamentar afirma que o projeto é uma afronta à liberdade da convenção de condomínio

Na sessão ordinária da última terça-feira (16), o deputado Ulysses Moraes se manifestou contra um projeto de lei que estabelece restrição à implantação de portarias virtuais em condomínios habitacionais de Mato Grosso. O parlamentar usou a tribuna e afirmou que essa restrição seria uma interferência da iniciativa privada. 

“Restringir isso em Mato Grosso é andar para trás. Quem tem que definir não é um deputado estadual e sim o condômino. É o morador que precisa definir como que a pessoa vai entrar ou sair da casa dele”, disse Moraes.

O PL 869/2020, de autoria do deputado Romoaldo Júnior, estava em primeira votação quando Ulysses Moraes destacou que essa ideia é uma afronta à liberdade da convenção de condomínio. Esse projeto veda a implantação de sistemas de portaria virtual em condomínios habitacionais que excedam a quantidade de 25 unidades residenciais. E ainda obriga nos condomínios cuja portaria virtual já esteja implantada, a contratação de seguro específico para sinistros relacionados a acidentes com veículos, além de roubos e furtos. 

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Moraes chegou a encaminhar que os outros deputados votassem contra esse PL, mas uma vista de cinco dias foi solicitada. O parlamentar ainda destaca que as portarias virtuais trazem vantagens aos condomínios como redução de custos e mais segurança. Assim, não é função de um deputado tomar a decisão pelos condôminos.

“Esse sistema traz mais facilidades, por isso não podemos interferir de maneira agressiva nessas reuniões, existem condomínios, por exemplo, que já estão com essa tecnologia instalada e funcionando muito bem. Não dá para obrigar a nada, não é função de um deputado fazer isso. Sou totalmente contra esse tipo de projeto e vamos trabalhar para não ser aprovado pela Casa de Leis de Mato Grosso”, finalizou o deputado.



Fonte: ALMT

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