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Presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire, está "na bronca" com Pedro Taques por manobra para trocar suplentes |
O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire, reuniu, na manhã desta terça-feira (11), a executiva nacional da sigla para debater, entre outros temas, a tentativa judicial de se trocar os suplentes do senador Pedro Taques (PDT), para que o empresário Paulo Fiúza (SDD), segundo suplente, passe a ocupar a primeira suplência, ocupada pelo policial rodoviário federal José de Medeiros (PPS).
Uma ação protocolada na Justiça, em dezembro do ano passado, só aguarda a defesa do socialista para entrar na pauta de votação. O PPS, que classificou a ação como uma manobra, quer uma posicionamento de Taques, que já se colocou como testemunha favorável de Fiúza para apoiar a troca.
Eles alegam que houve fraude na ata de registro de candidatura de Pedro Taques. Uma outra ação, impetrada pelo ex-deputado federal Carlos Abicalil (PT), candidato derrotado ao Senado, também explora a mesma falsificação e pede a perda do mandato do pedetista.
Ao site Brasil Notícia, Freire se mostrou extremamente irritado com Taques, a quem suspeita de estar por trás de uma manobra para prejudicar seu correligionário. "Esta é uma manobra do Pedro Taques. Ele terá que explicar melhor sobre sua conduta, pois a situação será ruim para ele", afirmou Freire.
Ele, no entanto, descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de o PPS romper com o apoio ao senador mato-grossense as eleições de outubro para governador.
"Eu não quero falar sobre isso por enquanto. Eu quero é que o Pedro Taques se explique perante aos seus aliados e à sociedade mato-grossense", afirmou o dirigente nacional do PPS.
Nesta segunda-feira, ao Isso É Notícia, Freire classificou a manobra como um “complô do poderio econômico contra a democracia”.
A referência de Freire diz respeito ao fato de Paulo Fiúza ser um grande empresário do ramo madeireiro. Enquanto isso, Medeiros é um policial rodoviário federal.









