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Presidente naciopnal do PPS, deputado federal Roberto Freire: manobra traz um precedente perigoso |
O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), classificou como uma manobra oportunista a tentativa do segundo suplente do senador Pedro Taques (PDT), Paulo Fiúza (SDD), em recorrer à Justiça pra tentar se tornar o primeiro suplente, no ano em que ganha força a pré-candidatura do pedetista ao governo. O primeiro suplente é o policial rodoviário federal, José Medeiros (PPS).
Em entrevista ao Isso É Notícia, Freire afirmou que o PPS não irá aceitar aquilo que chamou de “golpe contra a democracia”.
“Isso cheira a complô onde o poder econômico é mais forte que a lei. O PPS não vai se calar com essa manobra e dará todo apoio ao companheiro José Medeiros nessa luta contra o poder econômico que está travada na Justiça de Mato Grosso”, afirmou o parlamentar.
O dirigente partidário afirmou que nos próximos dias vai reunir a imprensa nacional para denunciar o caso. “Isso é algo perigoso, um atentado à democracia e o Brasil inteiro precisa ficar sabendo disso”, comentou Freire.
Troca de suplentes
No fim do ano passado, o segundo suplente do senador Pedro Taques (PDT) entrou com uma ação declaratória junto ao Tribunal Regional Eleitoral. Alegando que a ata de registro de candidatura de Taques é falsa, ele quer passar a ser o primeiro suplente.
Para José de Medeiros, o primeiro suplente, tudo não passa de uma manobra oportunista, já que a ação foi movida às vésperas do ano eleitoral e Taques aparece em primeiro lugar em várias pesquisas ao governo. Caso seja eleito, o primeiro suplente irá ganhar quatro anos de mandato no Senado Federal.
Curiosamente, Taques e seus aliados apoiam a investida de Fiuza, que é empresário do ramo de extração de madeira em Sinop, que fica a 500 quilômetros ao norte de Cuiabá. Enquanto isso, Medeiros é policial rodoviário federal em Rondonópolis.










