Advogado Paulo Lessa e ex-secretário Eder Moraes, no detalhe
O ex-secretário Eder de Moraes Dias resolveu disparar sua metralhadora giratória contra o desembargdor aposentado e advogado Paulo Lessa, durante seu depoimento à CPI das Obras da Copa, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Eder disse que só foi defendido por intermédio do promotor de Justiça, Mauro Zaque, justamente o secretário de Estado de Segurança Pública na gestão do governador Pedro Taques, que também virou alvo dos ataques raivosos do ex-todo-poderoso.
Eder tentou fazer uma delação premiada em uma investigação cível parar apurar atos de improbidade administrativa nos fatos relacionados à Operação Ararath.
O ex-secretário disse que deu depoimentos ao MPE sob pressão e que Paulo Lessa o "direcionava" para atender interesses dos promotores.
O que Eder Moraes não contou é que está acionado judicialmente por Paulo Lessa porque não pagou os honorários advocatícios relacionados à sua defesa junto à Justiça Federal, onde responde a vários crimes contra a administração pública. Tudo deflagrado pela Operação Ararath.
Lessa teve que procurar à Justiça para receber R$ 155 mil em honorários firmados em contrato com escritório de advocacia do desembargador aposentado. E, curiosamente, na ação de cobrança, só consta o nome de Eder, nada de Mauro Zaque.
Menos, né, Eder...








