Mesmo com um midiático programa estadual de redução de impostos para diversos itens, sobretudo combustíveis, o governador Mauro Mendes (DEM) não deu garantias de que a diminuição na tributação irá gerar um “efeito real” de redução nas bombas dos postos.
À imprensa, nos últimos dias, o governador se esquivou da responsabilidade e se blindou de futuras críticas, afirmando que não “detém o controle total de todas as condicionantes que compõem o preço do combustível”. Por conta disso, reiterou que só poderia garantir a redução dos impostos.
“Isso não depende de mim (desconto real), porque não é um preço controlado. Da energia e das telecomunicações eu tenho 100% de certeza que vai chegar. Agora, do diesel vamos ver o movimento das bombas. Senão, eu dou o desconto, cobro menos imposto e isso fica perdido no meio da cadeia. Aí também não dá”, acrescentou o governador, que decidiu por uma retração mínima de 1% no diesel e 2% na gasolina.
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O chefe do Executivo estadual frisou ainda que o projeto que cria o programa está em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, onde já passou por primeiro votação e aguarda a segunda apreciação dos deputados.
Programa
O programa faz parte de um pacote de investimentos anunciado pelo Governo do Estado em setembro deste ano. Caso aprovada na ALMT, a medida deverá passar a valer a partir de 2022. Será reduzido, segundo propagado, o ICMS da energia elétrica (de 25% e 27% para 17% a todos os setores), dos serviços de comunicação, como internet e telefonia (de 25% e 30% para 17%), da gasolina (de 25% para 23%), do diesel (de 17% para 16%), do gás industrial (de 17% para 12%) e da contestada tributação pelo uso do sistema de distribuição da energia solar (de 25% para 17%).
Fonte: MINUTO MT/GAZETA DIGITAL









