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O pré-candidato a senador Vicente Vuolo (PT) durante reunião com aliados petistas |
O pré-candidato a senador Vicente Vuolo (PT) apresentou suas propostas a um grupo de aliados petistas na tarde deste sábado (5), durante reunião de trabalho na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública (Sintep), em Cuiabá. No encontro, ele defendeu a candidatura majoritária do PT e afirmou que o partido da presidente Dilma Rousseff (PT) precisa de um representante de Mato Grosso no Senado. Além da representatividade petista, ele considera importante o apoio a ser prestado às ações do Governo Federal.
“Não podermos entregar a vaga que vai abrir ao atual senador Jayme Campos (DEM), que é oposição ao Governo Dilma. Dos outros dois que continuarão lá, Pedro Taques (PDT) também é oposição. O PR é nosso aliado, mas já tem o Blairo Maggi. Eles vão querer dois senadores? Como é que fica nosso partido?”, disse.
O professor Jacildo de Siqueira, de Diamantino, pontuou que é preciso ouvir a base do partido, no interior do Estado. “A base vai ter que ser consultada de modo que as ações sejam voltadas para os municípios. Não existe ter alguém segurando as rédeas e os outros serem comandados”, disse.
O pré-candidato a deputado estadual Caius Humberto Pistori, de Rondonópolis, disse que é preciso de ter um trabalhador para atuar em defesa dos pobres de Mato Grosso. “Precisamos dessa aliança combativa no Senado Federal para lutar pela maioria, que é pobre. O jovem tem uma força muito grande no interior, mas precisa de oportunidade”, observou.
O presidente do diretório do PT em Diamantino, Aparicio Siqueira, que é representante do Movimento Negro e um dos fundadores do PT em Mato Grosso, destacou a importância de o partido fazer a escolha de seus candidatos majoritários de forma democrática, respeitando a vontade da base.
Economista, servidor do Senado há 31 anos e sindicalista atuante, Vicente Vuolo se comprometeu a ouvir as bases, conforme cobranças dos militantes, e pregou que a campanha seja feita com ética e unidade partidária. “Vamos ter muita prudência e ética dentro do partido. Uma candidatura majoritária tem que agregar, diferente de uma candidatura a deputado que pode ser localizada. Então esse é um projeto coletivo. Não quero satisfazer vaidade nenhuma, apenas quero ajudar o Estado”, afirmou.
Ele deixou claro seu compromisso em se aproximar da base, e vem fazendo uma série de reuniões nesse sentido. Ele já se reuniu também com professores do interior, e representantes do Movimento Indígena e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri). O registro da pré-candidatura de Vuolo foi feito na última quinta-feira (3), com assinaturas de apoio de 450 filiados ao PT.










