Promotores Clóvis de Almeida Júnior, Gilberto Gomes, Célio Fúrio, Roberto Turin e André Almeida
O promotores do Núcleo do Patrimônio Público, órgão do Ministério Público Estadual responsável por fiscalizar atos de improbidade administrativa de administradores públicos em Mato Grosso, instauraram pelo menos 15 inquéritos civis sigilosos poucos dias depois que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso passou a discutir a criação da CPI das cartas de créditos emitidas pelo governo do Estado a promotores de Justiça.
Em novembro e dezembro, os inquéritos sigilosos foram criados pelos promotores Roberto Turin (6), Célio Fúrio (2), André Luis de Almeida (3), Gilberto Gomes (2) e Clóvis Almeida Junior (3).
As portarias de instauração desses inquéritos foram publicadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) sem a motivação das investigações e partes envolvidos, o que contraria, na maioria dos casos, o procedimento dos promotores do Patrimônio Público.
Nos bastidores, a informação é de que as investigações teriam sido instauradas para investigar deputados em represália à instalação da CPI.
Confira alguns dos inquéritos instalados sigilosamente pelo MP:










