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POLÍTICA E PODER 02 de Fevereiro de 2014, 07:15 - A | A

Domingo, 02 de Fevereiro de 2014, 07h:15 - A | A

POLÍTICA

PSDB rejeita aliança com PDT e planeja candidatura ao governo

PSDB rejeita aliança com PDT e planeja candidatura ao governo

Divulgação

O ex-chefe da Casa Civil, Maurício Magalhães

Em meio às indefinições no cenário político e as dúvidas em relação a uma aliança para apoiar a candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao governo de Mato Grosso, uma ala do PSDB já defende que nas próximas semanas seja discutida a possibilidade de candidatura própria ao Palácio Paiaguás.

Até o momento, o único nome apresentado é do ex-secretário de Estado de Administração na gestão do ex-governador Dante de Oliveira (já falecido), e também ex-chefe da Casa Civil, Maurício Magalhães, que oficializou na quinta-feira (30) ao diretório estadual do partido, a pretensão de concorrer ao Palácio Paiaguás.

O projeto de colocar-se como alternativa do PSDB é a discordância em relação à proposta do partido apoiar a candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao governo de Mato Grosso. “O PDT não tem candidato à Presidência da República e será pressionado a oferecer palanque a presidente Dilma Rousseff, diante da ocupação de ministérios no governo federal. O PSDB deve seguir outros caminhos”, disse.

Na visão de Magalhães, que prefere não citar outros motivos que levam a rejeitar a aliança com o PDT, é mais vantajoso ao PSDB trabalhar a candidatura própria ao Executivo e oferecer palanque exclusivo ao projeto nacional.

“Sou filiado ao PSDB e defendo que tenhamos palanque em Mato Grosso ao Aécio Neves. Com exceção de 2002, o projeto presidencial do PSDB sempre saiu vitorioso em Mato Grosso. Por isso, defendo um palanque privativo ao Aécio Neves. Me parece um equívoco político seguir no caminho contrário disso”, afirma.

Ainda sem bater o martelo a respeito de qual caminho político seguir nas eleições de outubro, o PSDB tem discutido a inserção no Movimento Mato Grosso Muito Mais, composto pelo PSB-PDT-PPS e PV.

No entanto, a exemplo do DEM, também não dá como certa a sua permanência no grupo político, abrindo assim a possibilidade de uma terceira via que levaria o PSDB ou DEM liderar uma candidatura ao governo do Estado ou Senado com o PTB indicando a vaga de vice-governador, somando ainda a adesão do Solidariedade.

Na condição de pré-candidato ao governo de Mato Grosso pelo PSDB, Magalhães defende um novo modelo de gestão concentrado nos ideias da legenda. “O objetivo é construir um Estado absolutamente equilibrado sem dever nada a ninguém e com capacidade de investimento nos segmentos sociais e econômicos. Esse modelo do PSDB foi adotado na gestão Dante de Oliveira e foi testado e aprovado pela população mato-grossense”, ressalta.

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