Fablicio Rodrigues/ALMT |
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O presidente da Assembleia Legislativa, Romoaldo Júnior (PMDB) |
O presidente da Assembleia Legislativa, Romoaldo Júnior (PMDB), voltou a defender a permanência do governador Silval Barbosa (PMDB) no mandato à frente do Palácio Paiaguás, rejeitando assim o projeto de concorrer ao Senado ou a qualquer outro cargo eletivo, o que obrigatoriamente levaria a renunciar ao cargo em abril deste ano.
“Eu vejo o vice-governador (Chico Daltro) candidato, ele já colocou sua pré-candidatura à disposição, e tenho defendido em todas as entrevistas, no parlamento, na tribuna, que Silval permaneça no cargo. E vejo uma corrente de muitos companheiros que desejam isso”, disse durante entrevista ao programa Conexão Poder, da TV Rondon.
Segundo Romoaldo, sua posição é pelo ‘conjunto da obra’. Para o parlamentar, Silval assumiu um ônus enorme graças ao desafio que foi tirar as obras da Copa do Mundo do papel. E, mesmo assim, segundo ele, o peemedebista conseguiu atender até o interior com o MT Integrado.
“O governador esteve em todos os municípios fazendo pareceria com prefeitos, distribuição de óleo diesel, equipamentos que ele entregou às prefeituras e mesmo assim o ônus foi muito pesado. Ele enfrentou greves que teve que negociar com todas as categorias, algumas delas há 12 anos sem reajuste e ele resolveu o problema de mais de 90% das categorias”, enumerou.
Na avaliação do deputado, Silval desenvolveu um governo inédito na história de Mato Grosso e deve, a partir de agora, colher os frutos dessas ações. “Ele vai receber o bônus de governador que mais fez por Cuiabá”.
Blairo Maggi
Ainda durante o programa, Romoaldo Junior deixou a entender que acredita que o senador Blairo Maggi (PR) decida, na última hora, entrar na disputa pelo Palácio Paiaguás. O peemedebista afirmou que Maggi não terá como não acatar o chamado da população.
“O nosso grupo político gostaria muito de ver o senador Blairo Maggi como candidato, a população aprovou o nome dele. O Blairo sempre deixa a sua decisão para última hora que pode ser no dia da convenção, ou no mês. Todas as pesquisas o mostram disparado em primeiro lugar”.
Romoaldo negou que as cinco possíveis pré-candidaturas da base sejam apenas de “stand by”, na espera da decisão de Maggi.
Para o peemedebista, mesmo que o senador Pedro Taques (PDT) tenha saído na frente como pré-candidato ao governo, a chapa proporcional do grupo político da situação está consolidada, por ter tradição na capital, e une candidatos com bom potencial de voto, outro fator que, em sua visão, é considerado essencial para que o grupo político da situação saia vitorioso nas urnas.










