David Borges - RDM |
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O governador Silval Barbosa (PMDB). |
A aproximação do PDT com o PR que oferece ao deputado federal Welington Fagundes a vaga ao senado em troca do apoio à candidatura do senador Pedro Taques ao governo do Estado nas eleições de outubro, não incomoda o governador Silval Barbosa (PMDB).
O peemedebista atribui o diálogo mais ao momento político que trata de questões partidárias não acredita que diante do risco de perda do principal aliado. “É importante que tenhamos a clareza sobre o momento pré-eleitoral. Essa questão de conversa entre partidos é perfeitamente normal e faz parte da democracia”, comentou.
Nos bastidores, se comenta que Silval está empenhado em manter o PR no arco de alianças da sua base de sustentação do Palácio Paiaguás, e que, em último caso, avalia dialogar com o ex-governador e senador Blairo Maggi (PR) para mantê-los como aliados de primeira hora.
No entanto, ao ser questionado se acredita na ruptura do PR com o PT-PMDB-PSD e PP para o bloco da oposição ainda em construção composto pelo PDT-PSDB-DEM-PPS-PV e PSB, Silval acredita que o cenário nacional deverá interferir nas composições.
“O PR apoiará a reeleição da presidente Dilma Rousseff e acredito que caminhos semelhantes serão adotados nos Estados. “O ideal é que fiquemos juntos, para disputarmos as eleições com força, num mesmo palanque.”, comentou.
Ainda sem definir se renuncia em abril para concorrer a uma vaga que será aberta ao Senado, o governador Silval Barbosa (PMDB) descartou a possibilidade de assumir uma vaga de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado). “Não vejo possibilidade alguma disso e não estou trabalhando neste sentido”, disse.
A vaga que pode ser aberta no TCE (Tribunal de Contas do Estado) seria resultado da entrega do cargo ocupado atualmente pelo conselheiro Antônio Joaquim, cortejado pelo PSDB e PTB para concorrer ao governo do Estado nas eleições de outubro.
Pela Constituição Federal, o conselheiro do TCE dispõe das mesmas prerrogativas conferidas aos desembargadores dos Tribunais de Justiça, como foro privilegiado para processos criminais no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e vitaliciedade do cargo.









