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Senador Taques, pré-candidato ao Governo, dá trégua nas críticas à Copa
O senador Pedro Taques (PDT), pré-candidato ao governo de Mato Grosso, mudou o discurso e afirmou ao site RD News que não é momento de criticar a desorganização da Copa.
Nos bastidores, o freio na "ofensiva" em relação às críticas ao governo estadual, acontece após o pedetista sentir o envolvimento da população na realização da Copa. Taques sempre foi visto como uma dos pessimistas e que colocaram em xeque, em vários momentos, a realização da Copa em Cuiabá.
Confira na reportagem do RDNews: Read more...
Para Taques, não é mais momento de expor erros na organização da Copa
O senador Pedro Taques (PDT) ameniza e prefere não criticar a organização de Cuiabá para Copa do Mundo. O pedetista, que é um dos críticos mais ferrenho do Governo acerca das obras para o evento, acredita que agora o momento é de festa, e, o mais importante, é que os cuiabanos e mato-grossenses recebam bem os turistas e mostrem os costumes da região como a culinária. “Prefiro debater depois da Copa”, salienta o senador em entrevista ao Rdnews.
Apesar de não se pronunciar neste momento, o senador enfatiza que foi um dos únicos a debater acerca das fiscalizações das obras. Isso porque o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou à Secopa a interrupção do pagamento da empresa responsável pela construção do Fifa Fan Fest por possíveis irregularidade. Além disto, a Corte apontou um superfaturamento de R$ 4 milhões na construção da Arena Pantanal. “A não debate neste momento, não significa que vamos jogar a sujeira para debaixo do tapete”, enfatiza Taques.
O pedetista explica que o bom comportamento e a receptividade aos estrangeiros podem “vender” uma boa imagem da Capital para os torcedores, fomentando ainda mais a prática do turismo em Mato Grosso. Taques espera ainda que não ocorra nenhum incidente durante a realização dos jogos. “É a imagem de Cuiabá que está em jogo”, sustenta.
Pedro Taques afirma ainda que estas eleições será atípica, uma vez que está acontecendo no mesmo ano a Copa do Mundo. Para ele o eleitor só vai se voltar para o pleito após o término dos jogos, em 13 de julho. “O cidadão está impaciente com a política”, acredita o pedetista ao se referir a vaia presidente Dilma Rousseff (PT) na abertura do mundial no jogo Brasil x Croácia.








