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POLÍTICA E PODER 29 de Maio de 2014, 13:53 - A | A

Quinta-feira, 29 de Maio de 2014, 13h:53 - A | A

POLÍTICA

Vereador Allan Kardec vota contra arquivamento de cassação e confirma fraude no processo legislativo

Vereador Allan Kardec vota contra arquivamento de cassação e confirma fraude no processo legislativo

Douglas Trielli / Isso É Notícia

allan kardec

Vereador Allan Kardec (PT), um dos que votaram contra o arquivamento do pedido de cassação: pedido foi colocado em pauta na surdina

O vereador Allan Kardec (PT) vem a público esclarecer que votou contrário ao arquivamento do pedido protocolado na Câmara Municipal de Cuiabá para que fosse instaurado processo de cassação do mandato do prefeito Mauro Mendes. Num primeiro momento, ele se absteve por não entender o motivo da votação ter sido simbólica, quando na verdade o correto seria votação nominal conforme prevê o Regimento Interno da Câmara.

 

Depois, ele pediu para constar na ata que seu voto foi não, ou seja, contrário ao arquivamento. A posição foi a mesma do vereador Cido Mendonça, também do Partido dos Trabalhadores (PT). Read more...

 

Na sessão ordinária desta quinta-feira (29), foi lido o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJR) pela rejeição do pedido. Em seguida, o presidente da Casa, colocou em votação a matéria em si.  Foram 20 votos pelo arquivamento, 3 votos contrários e 2 ausências de plenário.

 

Allan destacou que não estava esperando que o parecer fosse votado nesta quinta-feira. “Consta que o parecer de pedido de cassação deve ser votado  nominalmente tendo 2/3 para aprovação ou rejeição. Entretanto,f oi feita a votação em regime simbólico, foi muito rápida e tanto eu quanto o vereador Cido Mendonça e o Paulo Araújo nos abstivemos no primeiro momento dessa votação simbólica para entender porque estava acontecendo essa votação e nos posicionamos depois para registrar em ata o voto contrário a forma que foi feita a votação”, explica o vereador Allan Kardec.

 

“Nós não tínhamos ainda o assunto do parecer e gostaríamos de entender o parecer para que a gente pudesse fazer um julgamento mais tranqüilo, mais coerente com aquilo que a gente acredita. Quero deixar registrado que não concordamos do jeito que foi feita a votação aqui e vamos esperar retratação em cima disso”, destaca Allan.

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